Família Borghi

Diz o ditado:

“Casa de ferreiro, espeto de pau.”

No caso do Artesão de Memórias, por dez anos, este ditado foi, ao menos em parte, verdadeiro. Fruto de um projeto pessoal e familiar desenvolvido ao longo de dez anos de trabalho, o livro  “Memórias da Família Borghi – De Itajobi à Gleba Pinguim” marca a história do Artesão de Memórias desde muito antes da ideia da empresa sequer existir.

Fruto da união do mantuano Primizio Borghi e da ferraresa Celesta Guerzoni (falecidos há mais de meio século, mas “trazidos de volta à vida” por meio dos relatos de seus netos), os Borghi deixaram seu torrão natal em Itajobi (SP) entre 1946 e 1947 para juntarem-se aos demais pioneiros que, enfrentando dificuldades extremas, derrubaram matas virgens, plantaram, colheram e fizeram de Maringá um exemplo para todo o país.

 

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